E quando ausente
és convergente.
E quando presente
quero-te ignorar.
Mais do que nunca és ausente.
Como posso ignorar
o que enxergo com os olhos fechados?
Por todos os lados,
nas esquinas e vias,
roubas minha calmaria.
Rostos que perseguem,
sorrisos que distraem.
E nunca estas lá.
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