E quando ausente
és convergente.
E quando presente
quero-te ignorar.
Mais do que nunca és ausente.
Como posso ignorar
o que enxergo com os olhos fechados?
Por todos os lados,
nas esquinas e vias,
roubas minha calmaria.
Rostos que perseguem,
sorrisos que distraem.
E nunca estas lá.
terça-feira, 29 de março de 2011
domingo, 27 de março de 2011
Verdades no fim da rua.
Ironia escrita nunca dá certo.
Ironia falada é falsidade?
Ironia sincera é cinismo?
Isso tudo é bem oposto.
De agora em diante,
Tudo vai ser bem claro.
Nada como era antes,
a verdade de modo bem sutil.
Ferindo só os que não enxergam seu lado cômico.
Entenda a ironia num olhar.
Poupe-me as palavras.
Meu defeito sempre foi a sinceridade mesmo.
Ironia falada é falsidade?
Ironia sincera é cinismo?
Isso tudo é bem oposto.
De agora em diante,
Tudo vai ser bem claro.
Nada como era antes,
a verdade de modo bem sutil.
Ferindo só os que não enxergam seu lado cômico.
Entenda a ironia num olhar.
Poupe-me as palavras.
Meu defeito sempre foi a sinceridade mesmo.
sábado, 19 de março de 2011
Refrão de boteco
Copo vem copo vai
Gelo vai gelo vem
Alegria vem e não vai
Abraço vai abraço vem
Os olhos sorriam
Os lábios observam
O tal contentamento descontente
Talvez amanhã já esteja ausente
Outrora até onipresente.
O final já é de se esperar.
Nada que não se possa superar.
Já é tarde, nada em cima da mesa.
Hora de curar a avareza.
Gelo vai gelo vem
Alegria vem e não vai
Abraço vai abraço vem
Os olhos sorriam
Os lábios observam
O tal contentamento descontente
Talvez amanhã já esteja ausente
Outrora até onipresente.
O final já é de se esperar.
Nada que não se possa superar.
Já é tarde, nada em cima da mesa.
Hora de curar a avareza.
domingo, 13 de março de 2011
Nada além dos olhos da razão.
Me desculpe, mesmo.
O choro de amor as vezes me arranca o coração.
Fico sem sermão.
Olhe, ou melhor, observe.
Curta, beije, beba, grite, xingue, dance e chore.
Amor, paixão..ah... muito complicado.
É muito complicado para se prender nos detalhes.
Nada além dos olhos da razão.
Mas da emoção, o que posso dizer?
Que te amo. Simples, nem porque e nem por onde.
Somos amantes das palavras belas,
dos majestosos pores-do-sol.
dos abraços longos e olhares profundos.
Passa o tempo, nem tudo são flores
Perdas ou novos amores.
Eu estou falando é de amizade.
Nossas grosserias mútuas são gentilezas
Nossos defeitos são análogos.
Me faça sorrir que ficaremos longe das tristezas
Eu te faço sorrir e tudo fica bem.
E quando precisar, aqui eu vou estar.
Nos dias ensolarados ou nublados,
para compartilhar a felicidade ou secar suas lágrimas.
É algo assim inexplicável.
Passam os tempos, a amizade oscila mas erguida sempre estará.
Inevitavelmente.
domingo, 6 de março de 2011
Sentimento em Antítese
Noites de verão
Sempre surpreendem
Sentada ali, vê-lo passar
era a ultima coisa que poderia desejar.
Aquele olhar de desdém
foi como uma avalanche no meu ego.
Com um simples beijo no rosto
um adeus ali cravado sem porque.
Nem sequer um abraço mereci?
E hoje peguei-me pensando em ti.
Vá embora! Já vai tarde!
Leve a lembrança dos meus lábios juvenis.
Nem venha com versos sacais e clichês,
Se amizade não importar, leve-a embora também!
Jogue-a ao mar, afogue-a ou queime-a como uma erva daninha.
E se eu olhar no fundo dos seus olhos e algo estranho sentir
irei repudiar pois és o que eu nunca quis pra mim.
O brilho eu nunca mais vou encontrar.
Mas se encontrar, neles irei me perder, confesso...
Oh Deus!
Noites de verão
Sempre surpreendem.
Sempre surpreendem
Sentada ali, vê-lo passar
era a ultima coisa que poderia desejar.
Aquele olhar de desdém
foi como uma avalanche no meu ego.
Com um simples beijo no rosto
um adeus ali cravado sem porque.
Nem sequer um abraço mereci?
E hoje peguei-me pensando em ti.
Vá embora! Já vai tarde!
Leve a lembrança dos meus lábios juvenis.
Nem venha com versos sacais e clichês,
Se amizade não importar, leve-a embora também!
Jogue-a ao mar, afogue-a ou queime-a como uma erva daninha.
E se eu olhar no fundo dos seus olhos e algo estranho sentir
irei repudiar pois és o que eu nunca quis pra mim.
O brilho eu nunca mais vou encontrar.
Mas se encontrar, neles irei me perder, confesso...
Oh Deus!
Noites de verão
Sempre surpreendem.
sábado, 5 de março de 2011
Cotidiano
E começou a esquentar.
Esfria, esfria isso!
Porcaria que não presta!
Deixa gelar porque assim são teus sentimentos.
Sai logo,
sai com essa baba do meu rosto!
Rosto tonto, só serve para te olhar.
Tira esse calor excitante dos meus membros impecáveis!
Não sabes mesmo onde te metes
Sob o véu escuro nada podem ver,
Mas minha consciência paira longe
Longe até os lábios das moças
Que outrora foram tocados pelos teus.
Cala essa tua boca estúpida
Porque dela só sai verdades;
Verdades as quais não quero saber
E verdades que não deveria saber.
Então vai logo e para de frescura
Que da minha boca só sairão lamentos,
Estes não vai escutar por ser tolo de tudo,
Estes por não entender que só te quero porque gosto.
Esfria, esfria logo!
Mas... Já que está quente, deixe queimar.
Por Marina Domingues
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