Entra e sai, empurra-empurra.
Na solidão de um fone de ouvido,
ainda assim se ouve a velha que sussurra,
se ouve conversas altas, reclamações, discussões...
Se lê mensagens de texto ali escritas no aperto por homens de terno
"Meu amor, bom dia. Te amo"
E é você e mil desconhecidos.
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