quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Café das cinco

Vou tomar um café e chega.
O amor acabou
Vê se desapega
O amor nem existe
Nada mais resiste.

Queima a língua
Café com muito açúcar
E não é nada vulgar
Vê se não se engane
O amor não é de se julgar

Tomando meu café e só.
Não tinha nome para emoções
Antes facilmente viravam pó
Agora não precisa de explicações

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