As horas escorrem pelos dedos.
Sem piedade, o tempo debruça sobre as costas.
Chega o natal mas não acaba o mês.
E o não saber o que acontecerá nos próximos meses
atormenta a mente, cutuca a ansiedade inquieta.
Dúvidas e medos perseguem.
Passe tempo, passe rápido.
Espere!
Não passe tão depressa.
Dúvidas e medos me perseguem.
Coragem para correr atras dos sonhos.
Não desistir sem ao menos tentar.
Conseguir (e não tentar) dar o melhor de sí.
Blá, blá, blá... ninguém falou que seria fácil.
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
O lunático está em minha cabeça
Já não é a primeira vez que as pequenas coisas, pequenas irritações me fazem te odiar cada vez mais.
Como já aconteceu em outros tempos, outros lugares, outras frequências.
Já odeio tanto que para ser amor basta alguns milímetros.
Já disse também que aqui comigo amor e ódio andam de mãos dadas.
Uma música, um cheiro, um lugar... faz recordar um amor abstrato e remete ao ódio de 'lembrar'.
Lembrar o que? Só alguns fantasmas na minha cabeça que 'lembram' o que só nela ocorreu.
Pensando racionalmente, seria uma besteira mesmo. Sede por amar, amar demais.
Amar um sorriso e querer que ele seja seu. Amar um abraço e deseja-lo todos os dias.
Solidão maior do que amar e não ser amado, é ser amado e não amar.
Pior do que tapar os olhos, é não olhar para os lados.
Enfim... deve ser só um momento 'turbilhão de pensamentos'.
Talvez passa, talvez não.
Certamente os fantasmas continuarão assombrando aqui dentro.
Como já aconteceu em outros tempos, outros lugares, outras frequências.
Já odeio tanto que para ser amor basta alguns milímetros.
Já disse também que aqui comigo amor e ódio andam de mãos dadas.
Uma música, um cheiro, um lugar... faz recordar um amor abstrato e remete ao ódio de 'lembrar'.
Lembrar o que? Só alguns fantasmas na minha cabeça que 'lembram' o que só nela ocorreu.
Pensando racionalmente, seria uma besteira mesmo. Sede por amar, amar demais.
Amar um sorriso e querer que ele seja seu. Amar um abraço e deseja-lo todos os dias.
Solidão maior do que amar e não ser amado, é ser amado e não amar.
Pior do que tapar os olhos, é não olhar para os lados.
Enfim... deve ser só um momento 'turbilhão de pensamentos'.
Talvez passa, talvez não.
Certamente os fantasmas continuarão assombrando aqui dentro.
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
Boêmia de falsos poetas
Jogaram um pó de revolução
Como mágica de Peter Pan,
O desejo é viver na Terra do Nunca.
Liberdade, tão abstrata.
Juventude, tão exata.
De repente uma vontade de revolução.
Noite cheia de neblina
Garrafas nas sarjetas
Violões de esquina
Boêmia de falsos poetas
E segue a utopia veraneia
Sempre propícia a insanidades morais
Mas são só ideias escritas na areia
O mar sempre apaga coisas banais.
Vestiram as ideias com mentiras
O sol iluminou a verdade,
cruel como a realidade.
Como mágica de Peter Pan,
O desejo é viver na Terra do Nunca.
Liberdade, tão abstrata.
Juventude, tão exata.
De repente uma vontade de revolução.
Noite cheia de neblina
Garrafas nas sarjetas
Violões de esquina
Boêmia de falsos poetas
E segue a utopia veraneia
Sempre propícia a insanidades morais
Mas são só ideias escritas na areia
O mar sempre apaga coisas banais.
Vestiram as ideias com mentiras
O sol iluminou a verdade,
cruel como a realidade.
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
Constante Inconstância.
Que tristeza moribunda é essa
que me cerca nas tardes ensolaradas de inverno?
Dias em que a maior alegria é um gole de café quase sem açúcar.
Assim, amargo como as angústias das inconstâncias emocionais.
Auto-piedade é egoísmo? Altruísmo talvez?
Os sentimentos se escondem como os cristais de açúcar no café,
escondidos confundem a triste alma apenas provida de devaneios.
Há aqui uma escassez de entusiasmo,
mas tranquilidade... dizem que é só uma fase.
que me cerca nas tardes ensolaradas de inverno?
Dias em que a maior alegria é um gole de café quase sem açúcar.
Assim, amargo como as angústias das inconstâncias emocionais.
Auto-piedade é egoísmo? Altruísmo talvez?
Os sentimentos se escondem como os cristais de açúcar no café,
escondidos confundem a triste alma apenas provida de devaneios.
Há aqui uma escassez de entusiasmo,
mas tranquilidade... dizem que é só uma fase.
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Poupe-os
E o defeito é amar demais
Discretamente, lá no fundo e só amor...
Carinho brando, cheio de clemência e lisura.
Por fora é uma armadura resistente as emoções.
Tentando se proteger de olhos, abraços e sorrisos...
Minuciosamente poupando partidos corações.
E o defeito é amar demais.
A armadura é decomposta por sorrisos e abraços.
Já não protege e exposto fica o fundo de amor brando.
E qual o perigo há nisso? Poupe os corações partidos.
Discretamente, lá no fundo e só amor...
Carinho brando, cheio de clemência e lisura.
Por fora é uma armadura resistente as emoções.
Tentando se proteger de olhos, abraços e sorrisos...
Minuciosamente poupando partidos corações.
E o defeito é amar demais.
A armadura é decomposta por sorrisos e abraços.
Já não protege e exposto fica o fundo de amor brando.
E qual o perigo há nisso? Poupe os corações partidos.
Ciclo da angústia.
Tudo igual, sempre igual
Acorda, lava o rosto, café
O chuvisco matinal de inverno
quase sempre desanima.
Onde estão as forças, por favor me diga!
E essa angústia de não saber o que virá?
E esse caminho cheio de neblina que não se vê o fim?
Tudo terá um fim.
E do fim virá um novo começo.
Tudo novo, de novo.
Acorda, lava o rosto, café
O chuvisco matinal de inverno
quase sempre desanima.
Onde estão as forças, por favor me diga!
E essa angústia de não saber o que virá?
E esse caminho cheio de neblina que não se vê o fim?
Tudo terá um fim.
E do fim virá um novo começo.
Tudo novo, de novo.
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